Richie Porte conservou pelo segundo dia a camisa amarela da Volta ao Algarve e vai por isso ser o último a partir este domingo para o contra-relógio que decidirá o vencedor.
Ao Eurosport, o australiano explicou que “foi um dia de transição, mas nesta corrida isso não significa que seja fácil porque o terreno é sempre em sobe e desce. A equipa esteve bem, controlamos a etapa, mas perdemos o Chris Froome que não está muito bem”.
O contra-relógio que vai ligar Lagoa a Portimão tem 25,8 km o que nesta fase da temporada permitirá ver como estão alguns dos melhores especialistas do mundo.
Porte é um deles e motivado pela amarela pode mesmo bater o campeão mundial Tony Martin, que já veio dizer que dificilmente conseguirá ganhar 50 segundos ao australiano: “Amanhã preciso de um bom contra-relógio. O Tony Martin pode dizer que é muito, mas é ele o campeão do mundo. Eu sou bom contra-relogista, estou em boa forma, já vi o percurso e gostei porque é em sobe e desce, muito técnico e a corrida pode decidir-se por curta margem. É um contra-relógio totalmente diferente dos Mundiais, na altura ele ganhou com vantagem, mas este é mais ao meu estilo”.
O camisa amarela está focado em Tony Martin, tudo porque não conhece a capacidade de contra-relogistas de Rui Costa e Tiago Machado, que na geral são 2º e 3º respetivamente: “Não sei bem como andam os portugueses, nunca os vi em acção no crono. Mas não os estou a colocar fora da corrida, até porque correm em casa e são ciclistas de qualidade”.














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