Tem sido a grande dúvida na super equipe que a RadioShack montou para esta temporada. Que papel vai ocupar Frank Schleck dentro da formação americana? Irá o terceiro classificado do último Tour apoiar o irmão em mais um assalto à vitória na geral? Terá o mais velho do clã Schkleck ambições no Giro, mesmo que Jakob Fuglsang tenha sido apontado como líder para a corrida?
Por agora Frank vai pedalando na Volta à Andaluzia, onde foi 59º no prólogo, este Domingo. “A minha forma está ok. Tive uma longa pausa no final da temporada passada, mas estou-me a sentir bem. Vou ver como corre na Andaluzia”, explicou Frank ao Cyclingnews.
Com calendário apenas confirmado até Abril, o RadioShack confirma que “daqui irei para o Paris-Nice, Criterium International (onde vai defender o título de 2011), Volta ao País Basco e depois as Clássicas. É um bom programa para mim sem grandes alterações”.
CONFIANÇA MÁXIMA EM JOHAN BRUYNEEL… E EM KIM ANDERSEN
Chave em todo este processo será Johan Bruyneel, um dos mais vitoriosos diretores-desportivos da história do ciclismo.
Frank Schleck admite que o belga “ganhou muitos Tours e tem muita experiência”, no entanto, o luxemburguês não esquece Kim Andersen, com quem já trabalhou na Saxo Bank, na Leopard e que está também nesta RadioShack.
“A combinação do Johan Bruyneel com o Kim Andersen e o trabalho conjunto dos dois vai ser ótimo. Eles sabem muito de estratégia e nós acreditamos no Johan, que nos pode ajudar a ser melhores e levar-nos mais além do alguma vez fomos. Temos uma boa relação, ele trouxe-nos novas ideias”, assegura Frank.
Um 3º lugar e dois 5ºs no Tour, mais um 5º na Vuelta. O palmarés de Frank Schleck tem já um colorido mais do que interessante no que às grandes Voltas diz respeito, restando saber se estando separado do irmão poderia até ter ido mais longe.














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