As bicicletas elétricas, que há dois anos foram equiparadas aos ciclomotores pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), precisam circular com retrovisores, farol, lanterna traseira, velocímetro, buzina e pneus em dia.
Desde novembro do ano passado, quando a primeira revenda especializada abriu as portas em Maringá, foram vendidas 250 unidades. "Quem compra é a pessoa que quer economizar no transporte. Gente que até então andava a pé ou de ônibus ou que passou a deixar carro e moto em casa", destaca Igor Favareto, proprietário da loja. Ele cita como a principal vantagem da bicicleta elétrica o baixo custo de manutenção. Percorrer 600 quilômetros por mês incide em R$ 12 sobre a conta de energia elétrica para a recarga da bateria.
Gastar menos com combustível no fim do mês foi determinante para que Leandro Pereira elegesse a bicicleta elétrica como o próximo investimento dele. "Vou de moto para o trabalho e me interessei pela bicicleta porque quero economizar", ressalta. Pereira, que é comerciante, ainda não bateu o martelo para a compra do veículo. "Fiz só o test drive, mas vou fechar o negócio", garante. O diretor de Trânsito da Setran, tenente Edson Luiz Pereira, comenta que os agentes já recolheram bicicletas elétricas em blitze.
Por ser considerada ciclomotor, as bicicletas elétricas deveriam ter placas, mas os proprietários ainda não conseguem emplacá-las no Paraná, porque não há lei estadual que regulamente veículos dessa natureza. Assim que o Detran-PR fizer a regulamentação, as placas e o pagamento de IPVA e licenciamento passam a ser obrigatórios














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